Cartografia DR – 7ª semana – 29/01 a 01/02/2008.

Pesquisa prática: mapa de tradução – proposições individuais.

POR MARA:

Proposição individual nº1:
– nessa etapa cada uma propôs uma “idéia” enquanto formulação inicial para mapa de tradução.
– Mara e Tarina apresentaram em um dia, e Sheila e Laura em outro

…várias discussões acerca das propostas e sobre como propor…

Agora o 1 não precisaria mais ser algo “subjetivo”, ou seja, poderia se uma cena “teatral”, uma idéia clichê, enfim qualquer proposta antes listada enquanto 1 e 2.

1 Estudo físico das possibilidades de disparo (enumeração do que já apareceu)
– experimentar um foco físico por um tempo (o nº 2 dá o tempo dessa experimentação)
– como formalizar: estudar a formalização, quando decidir comunicar a resolução (seqüências coreográficas)
+
2 Ampliar noção de clichê para a objetivação do 1
– cena teatro (narrativa) – “estilo” dança – gesto “decodificado”
– fala/descrição

Mudanças: – não existe uma pessoa 2 pré-determinada;
– todas assistem a todas as propostas e depois escolhem qual traduzir; pode escolher mais de um, mesclar propostas, não precisa ter tradução para todos, várias pode escolher o mesmo…
– o 2 traduzirá a idéia vista em outro dia:
. elaborará com mais tempo;
. trará uma tradução que transforme a proposta vista em sua “antítese” – como contraponto a idéia central desenvolvida, ou “objetivando” ou “subjetivando” de acordo com proposta inicial.

PROPOSTAS:

Tarina: descrição em fala e movimentos sobre “teste” para sair de passista na Rosas de Ouro

Mara: esse você já viu… 2’’
– movimentos distintos simultâneos, com partes distintas do corpo
– qual perspectiva do observador? (4 apoios, deslocamento circular-lateral, enrolar e desenrolar coluna)

Sheila: Como você contaria esse projeto em mais de uma versão?

Laura: texto Garcia, Suzana, “Do coletivo ao colaborativo. A tradição do grupo no teatro brasileiro contemporâneo.” – livro: Na Companhia dos Atores – ensaios sobre os 18 anos da Cia. dos Atores, Aeroplano Editora – SENAC Rio Editora, Rio de Janeiro, 2006.

POR TARINA

Ampliando o estudo dos mapas no tempo/espaço.
Esta semana nos concentramos no papel do jogador número 1, que é o nosso ponto de partida , a primeira jogada/lance inicial , ampliando o enunciado que organiza a execução deste procedimento (no enunciado original este número se relaciona ao estudo de algum material físico) para questões autobiográficas , ou aquilo que lhe interessou até agora (prosseguindo com a idéia de roteiro/dramaturgia) .
Autobiografias e sua relação com o criador comtemporâneo > Vale tudo ? Tudo é “arte” desde que seja meu (ou tenha cara de “eu”)? Ou é uma tática para revelar o reconhecimento de que tudo é digerido e não tem como não se relacionar com minhas referências autobiográficas ?
Para nós a biografia está inserida nesse último contexto , servindo como ponto de partida para tratar de algo que nos interessa comunicar e dividir com quem nos assiste/lê/ouve. Hoje todos querem ser criadores e falar da própria “ dor” , mas como efetivamente criar arte a partir disso e como essa “dor” pode se relacionar com um assunto maior? Por que gostamos de assistir aos “reality shows” e qual é a diferença entre este tipo de linguagem e uma com um roteiro mais estabelecido (novela, filme) ?
Já sabemos que mesmo um “reality show” não é real – tudo o que tem recorte tem manipulação – assim como quando nos propusemos a “ensaiar” sempre com algum público presente aquilo que se configurava já não era mais um ensaio, mas outra coisa. Estas fronteiras e formatos nos interessam , assim como a
idéia de gerar assunto além da metalinguagem (que é a linha que está presente em nossos experimentos desde o Projeto DR).

POR SHEILA

CAMPOS DE ESTRATÉGIAS (possibilidades para Caixa)

Espaço / Reality show / Foto / Música / Vídeo

Como pode se configurar?
Deu, vai, para, vem

Performance / Comportamento / Justificativa

Precariedade / Fragilidade / Processo / Produto

Tradução / Recorte / Antítese / Tese / Síntese

Uníssono / Relação / Afirmativa solo, duo, trio

Conceito / Textos / Site / Teórico

Pós-Moderno Contemporâneo

Mara: esse você já conhece

Tarina: fantasia Rosas de Ouro

vídeo simulação Tarina do Macu

Laura: hibrida discurso / assunto

Revela fragilidade – não movimento

Sheila: listas – chorar de frustração.

POR LAURA

Formalização em cena ou reality show

O mapa de tradução foi aberto e desmembrado da seguinte forma:
– Cada uma traria uma proposta; que seria o nº 1
– Qualquer uma pode escolher traduzir esta proposta; que seria o nº 2
– Qualquer uma pode escolher sintetizar a proposta inicial ou a tradução; que seria o nº 3

Todas as propostas podem ser objetivas ou subjetivas, narrativas ou abstratas;
Podem ser de diversas naturezas ou linguagens: dança, teatro, música, texto.

As proposições iniciais são pré-elaboradas individualmente;
As traduções podem ser pré-elaboradas ou elaboradas em tempo real;
As sínteses são elaboradas em tempo real;
Tanto proposições como traduções e sínteses são editadas em cena.
O formato é de coisa-sendo-construída, realidade fictícia ou ficção real;
Seria arte contemporânea ou reality show?

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