Mapas – idéias e formas de produção

Escolhemos trabalhar com mapas de composição com objetivo de discutir formas de composição em improvisações, que priorizam a lógica organizativa e a metalinguagem como procedimento – discussões entre idéias (coisa-bruta) e formas de produção (experimentos).
Tomamos como noção de mapa um conjunto de regras e instruções a serem experimentadas em tempo real. São diagramas, com seqüências de ações a serem realizadas, sobre certa relação espaço-temporal e possíveis ordens de casualidade.
Os artistas são interlocutores críticos na leitura dos mapas. Um exercício de autonomia na relação compositiva, onde a realização dos mapas – composição da dança – pode ser incompleta, transformada e/ou subversiva.

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