Barco_Virgilio fev/07

Semana 05 a 10 de fevereiro:
-Reconhecimento do espaço da Galeria/Barco_Virgílio (trabalhamos no espaço do acervo permanente).
-Procedimento de dança: resíduo dos procedimentos desenvolvidos na Casa das Rosas, das manipulações e duos, em formato de dois solos simultâneos.

– Encontros realizados, fora do horário de ensaio, para discussão dos textos e análise dos vídeos (registros dos ensaios). Essa análise atuando como parâmetro para definição de direções a serem seguidas nos próximos ensaios.

Semana 12 a 17 de fevereiro:
-Continuidade dos procedimentos sobre resíduos com divisão do trabalho em duplas (Laura/Tarina e Sheila/Mara). Nestas duplas o foco de procedimento era a provocação de ENCONTROS, onde cada elemento da dupla trabalhava com seu vocabulário discutindo-o em relação ao outro.
Foco em interesses individuais de movimento + encontros entre os dois corpos. “Políticas do encontro”. Um mútuo reforço das restrições impostas pelo campo de possibilidades + hábitos. Quais pontos de conexão, conflito e objetivo? Qual eficiência desses encontros?
Sheila/Mara – Sheila – viscosidade/extremidades ; Mara – resistência/extremidades : encontros’acidentais’, extremidades ou corpo todo (nó); tentativas de manter junto (S) + tentativas de lançar o outro (M) ; tentativas de prender (M) + tentativas de escape (S); extremidade em atrito ; reação…
Tarina/Laura – Tarina – memória das 4 nas rosas ; Laura – fluxo, movimentos languidos e curvos, instabilidade nos apoios : manipulações; começar junto; unissonos; encontros aceitos.

-Registros em vídeo – Karine Teperman.

Semana 22 a 28 de fevereiro:
-Aprofundamentos da pesquisa iniciada nas mesmas duplas, focando nas distintas possibilidades de ENCONTRO (tempo, espaço, fluxo, resistência, aceitação).

-Registros em foto – Edu Marin.

-Experimento com estímulos sonoros – proposta de Felipe Julián, a partir de experimento em duos (Laura/Tarina e Sheila/Mara). Ele propôs que realizássemos cada duo, onde cada uma estaria escutando a mesma composição sonora com fones de ouvido. Público não escutava a música. Depois invertemos – público com fones de ouvido e duos informação sonora. Questões: o que modifica na dança e em quem assiste? Percebemos alteração de intensidade nos movimentos e ritmos enquanto as bailarinas estavam com fone.

-Retomada do trabalho de solo, em relação ao trabalho das duplas – memória do outro – qual é meu movimento e qual é do outro? Existe esse limite? Como isso pode ser reconhecido?

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