fred+michael

Postado em fictícios, vídeos em fevereiro 9, 2010 por maraguerrero

pré-roteiro mara

Postado em fictícios, justificativas, pré-roteiro mara em fevereiro 7, 2010 por maraguerrero

este pré-roteiro se esboça a partir de inspirações referentes aos seguintes posts, que estão neste blog:
ele
caça
cats
teoria do complô
noviça
thriller

roteiro para 36 pessoas
uma bailarina morre de tanto dançar; ou houve uma conspiração/complô ; ou uma caça mortal…
todos vestem calça jeans, camiseta branca, tenis branco ou preto, rabo, e coques no cabelo.

1ª Parte:

1.
4 bailarinas se movem entre 3 tipos de caminhadas + gesto de grunhido
pequeno momento coreografia heiner

2.
32 pessoas entram em cena, realizam mesmas caminhadas + gesto

3.
trios de mãos dadas, mesmos conteúdos citado acima
organiza-se espaço por altura dos bailarinos

4.
todos juntam no fundo do palco
pausa interminável

5.
abrem espaço
um corpo caído ensanguentado está no meio de onde o grupo esteve

pontos de virada: 1. 32 pessoas entrando em cena ; 2. grupo abrindo bloco e revelando corpo no chão.

2ª parte: a seguir…

teoria do complô

Postado em fictícios, pré-roteiro mara, textos em fevereiro 7, 2010 por maraguerrero

“… podemos ver o complô como uma ficção potencial, uma intriga que se trama e circula, e cuja realidade é sempre duvidosa. O excesso de informação produz efeito paradoxal, o que não se sabe passa a ser a chave da notícia. O que não se sabe, em um mundo onde tudo se sabe, obriga a buscar a chave escondida que permita decifrar a realidade…” (trecho retirado do texto “Teoria do Complô” de Ricardo Piglia).

justificativas 2

Postado em fictícios, justificativas, textos em janeiro 25, 2010 por maraguerrero

Estamos enganchadas na elaboração de situações ficcionais, em possíveis fragmentos de construções dramatúrgicas em dança, estudando e propondo pré-roteiros individuais, ou seja, cada uma de nós está debruçada na tentativa de organizar questões e assuntos em forma de um esboço de roteiro.
As referências de universos ficcionais se ampliaram para cinema, teatro, dança, literatura, fotografia, e todas as fontes que nos interesse para a construção destas pontuais dramaturgias. Desta forma estamos trabalhando com traduções, versões, ou inspirações das referências selecionadas.
Continuamos interessadas no processo de pesquisa, entretanto estamos tentando exercitar um caminho inverso em nossas propostas e olhares sobre a ação.

Partimos para os testes de experimentações de estados corporais a partir destes pré-roteiros.

fofo e monstruoso

Postado em fictícios, vídeos em janeiro 16, 2010 por tarinaquelho

efeito

Postado em fictícios, vídeos em janeiro 15, 2010 por tarinaquelho

cheiro de enxofre

Postado em fictícios, textos em janeiro 15, 2010 por tarinaquelho

“Engraçado que quando imaginei uma cena como esta, sim, é claro, imaginei uma cena como esta  muitas vezes, não exatamente assim, com estes personagens, estas sensações e este azul vestido, mas já imaginei, aliás, qualquer pessoa  sã da cabeça já imaginou assassinar alguém.(…) Pois quando imaginei uma cena como esta, jamais pensei no odor.”

“Tiro fede. A enxofre, acho.”

na página 14 de “Sylvia não sabe dançar” , de Cristiane Lisbôa.

Postado em fictícios, textos em janeiro 14, 2010 por tarinaquelho

” Enquanto caminhava por Tottenham  Curt Road, foi tomada de um ódio repentino por Londres por se tratar de uma cidade pouco explorada pelo cinema. O motivo de preferir Paris a Londres residia no fato de fundamentar as comparações que tecia entre aquela e a capital britânica não apenas através de sua experiência cotidiana (…) mas por intermédio dos olhos de cineastas e pintores que estiveram em Paris antes dela. “

Trecho do livro O movimento romântico , Alain de Botton

mais um trechinho do Joel Black …

Postado em fictícios, textos em janeiro 7, 2010 por tarinaquelho

“…Pirandello reconheceu que o filme/cinema constituía uma operação artística única que não apenas provia uma aparência imitativa ou imaginada da realidade, mas era capaz de apresentar tudo o que fosse imaginário ou irreal como realidade , com o  resultado de que o mundo real propriamente pareceria ser – e possivelmente se tornaria – nada mais que um efeito artificial, cinematográfico.”

Um pouco de Joel Black

Postado em fictícios, textos em janeiro 7, 2010 por tarinaquelho

O trecho abaixo, é uma tradução livre (mas nem tanto) minha de um trecho do livro The Reality Effect , de Joel Black… (Obrigada Christine Greiner).

” Sem dúvida o efeito mais surreal associado com os filmes tem a ver com a revolução na experiência humana que ocorreu no final do século 19 ,na época em que o cinema foi inventado. Não apenas as artes documentais/gravadas estavam se sobrepondo às artes representativas tradicionais, mas o príncipio da representação artística propriamente dito estava no processo de ser transformado. A antiga doutrina platônica-aristotélica de mimesis que havia reinado por mais de dois mil anos , e que postulava que a arte era uma imitação da vida (tanto para bem quanto para mal) , foi revertida quase que da noite para o dia pelo dito popularizado por Oscar Wild e pelos decadentistas de que a vida imita – e deve aspirar a tornar-se – arte.”